Não é incrível quando as pessoas sentem saudade de algo seu que você nem lembrava que tinha?
É demais! É como achar um tesouro que um dia construiu cidades, mudou vidas, transformou conceitos, etc.
Todo mundo é bom em alguma coisa...Se eu falasse que sou bom com textos ou com palavras estaria mentindo da maneira mais profunda. Eu sou bom em pensar, minha mente produz 500 mil cenas se alguem diz uma frase, crio mil teorias sobre qualquer coisa em questão de segundos. Esse é meu "dom".
Senti saudade dele neste momento e por isso estou aqui. Estou falando isso porque a minha facilidade em criar teorias era a base para o meu blog, hoje abandonado, solitário, onde algumas poucas pessoas devem entrar para ler velhas histórias ou para lembrar de um velho autor, que não é mais o mesmo, as pessoas mudam o tempo todo, os leitores e os autores, alguns acompanham o ciclio e outros se perdem no caminho.
Coincidencias...volto ao meu blog com um gesso na perna, como em 2010 ao criar meu blog, o curioso era que na época sentia que precisava falar muito e pouca gente me ouvia, hoje sinto que gostaria de ouvir mais das pessoas que insistem que eu fale.
Já que estou aqui queria criar uma história interessante sobre algum assunto que inquieta meus dias, não o farei. A metade da madrugada alcança os nervos do meu ccérebro que o deixa sem imaginação alguma. Aliás, já que estamos falando da madrugada, existe algo curioso nela, ela tem o poder da verdade.
Como assim? Acabei de lembrar vagamente os meus gloriosos 15, 16 anos...quando entrava na internet dps de uma festa, um pouco bêbado, era fácil falar a verdade, tanto quanto mentir, porque as pessoas acreditam nas "verdades" que um bêbado fala. Confesso que 85% das vezes eu falei a verdade, as outras 15% me aproveitei disso.
Continuando após esta pequena confissão (caso pessoas do passado leiam isto...improvável) digo que a madrugada é verdadeira. As pessoas dificilmente mentem na madrugada, primeiro é o sono, ele te faz pensar menos, te cansa, te deixa irritado as vezes. Segundo a solidão da noite, deixa as pessoas carentes, solitárias, as faz refletir, sempre foi assim desde os tempos em que as noites eram infinitas.
O que eu quero dizer com isso? Sabe quando alguém diz "a hora certa no momento certo" bom, existe sim e muito. O tempo faz as pessoas ter um know-how sobre o momento certo para se aproximar a algumas pessoas, pedir desculpas, procurar informações, dizer mentiras ou até pedir dinheiro.
Reforcei esse pensamento em aulas de comunicação persuasiva, acabei de lembrar disso, uma coisa leva a outra e as madrugadas me caem bem por isso, consigo relacionar agua com televisão...que tem marca d'agua (nunca disse que as relações eram inteligentes). Seja como for, não fugindo muito do tema..as madrugadas são verdadeiras, nos mostra a veridadeira face das pessoas, ou senão, pelo menos nos mostra um pouco do que a pessoa gostaria de ser/falar/ter.
Se fizerem um simples teste verão como as pessoas se tornam mais agradáveis na madrugada, mais carinhosas, mais inseguras ou mais seguras, dificilmente continuam igual ao que elas costumam ser de dia.
Quem nunca passou por isso? Digo e repito, o melhor momento é a madrugada, não só pra isso como para muitas outras coisas...
Quem estiver disposto faça um teste e depois me diga o resultado.
Boa noite e bem-vindo eu ao meu (nosso, caros leitores caso um dia leiam) blog!!
Uma noite infinita
Vivendo cada noite como se fosse a última!
sexta-feira, 11 de maio de 2012
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Quem é burro?

Existe aqui um círculo.
É uma reunião entre pessoas totalmente seletivas, seletivíssimas, as quais discutimos problemas da sociedade e de nós mesmos. Nessa sala de reuniões, não tem nomes, não tem culpados, só tem temas e soluções, ou possíveis soluções.
Alguém uma vez me disse "Como assim possíveis? Se vamos falar algo do problema, que seja para solucionar" pois bem, saiba que nem tudo tem solução, (talvez isso seja uma solução), ou a despreocupação do problema, mas o que eu quero dizer, é que as vezes uma possível solução é um grande começo para uma solução de fato.
Continuando com a sala de reuniões. Desta vez a discussão foram os burros, ou burras.
Não os animais, claro que não. Burro é uma analogia que usamos para chamar as pessoas quando elas são ou fazem algo que não deveriam (mais ou menos isso, sou péssimo para explicar).
Vou começar falando sobre o tema principal. Casais com filhos.
Homem burro, o homem é geralmente mais burro que a mulher, inegável.
"Ah mas tu é homem, tu não pode falar assim de nós" - Dirá alguém.
Posso sim, posso e devo, por que devemos falar as coisas como são.
Não é porque sou gremista que não vou falar que o Grêmio deixou de ser um time grande há 10 anos.
Não é porque sou colorado que não vou falar que o Inter só virou time grande depois de 2005
Não é porque sou uma coisa que não vou falar as coisas como são.
Não é porque sou homem que vou deixar de falar que homem é burro.
Homem é muito burro.
Apenas observem e me digam:
Um homem que é casado e tem um filho, estão com poucos recursos $$, e isso implica na alimentação e qualidade de vida, aí ele pega e compra um som novo para o seu carro. Necessidade? Delírio? Problema mental?
Um homem casado e com filho, vê seu filho doente com febre e sai para o bar olhar o jogo do seu time, porque já tinha combinado com os amigos. Insensato?
Um homem casado e com filho deixa de trabalhar e estudar porque quer aproveitar a vida perto do seu filho, apenas perto do seu filho. Demente?
Burros. É o mínimo que posso falar para essas pessoas, mas aí vem a questão, porque as mulheres continuam com eles? Quem é o burro afinal?
Saibam que um casamento envolve muitas coisas, em primeiro lugar o filho. Depois vem a vida do casal, divisão de bens, amigos, família envolvida, etc. Claro que nada disso impede uma situação separatória tanto quanto UM FILHO.
Por isso, mulheres ficam isentas desta culpa.
Agora vamos falar de casais de namorados apenas, eu nem ia falar sobre isso, me nego, mas já que estamos falando da lua, vamos falar também das estrelas.
Uma mulher que vai em uma festa com seu namorado, e ele trai ela com duas outras mulheres. Aí ela diz assim "É que quanto mais ele me traí, mais eu gosto dele"
Uma mulher que não pode sair em uma final de semana porque está doente, e dá o carro para o seu namorado sair com seus amigos e "amigas" se divertir.
Uma mulher que apanha do seu namorado, mas diz que os pais dela se dão tão bem com ele.
Obvio, obvio que nada disso que eu disse existe, né?
Não, não é verdade isso. Não existem esses tipos de casais, não existe. É irreal, É ilusório, é um pesadelo, né?
NÉ?
Me nego sequer a opinar este absurdo, e me nego também a responder quem é a burra nesta situação.
Costumo não falar sobre os temas do círculo aqui, nem lá, nem em lugar algum. Por mais ridículas e falsas que pareçam a maioria das pessoas, fúteis, ocupadas e importantes, existem também pessoas que se preocupam em questionar os problemas da vida, apenas para melhorar o seu redor.
Agora, se você se sentiu dentro deste post, saiba que o seu relacionamento tem sérios problemas. E você pode ser muito burro(a).
sábado, 2 de julho de 2011
O que não mata, aniquila
Nem tudo deveria ser como é, mas quem é que decide o que deveria ou não ser?
Estou sentado na mesma sala, no mesmo lugar, na mesma cidade em que algo mudou na minha vida.
Foi nesse momento que decide resgatar algo que eu tinha perdido alguns anos: a inspiração.
A inspiração é algo fantástico que acontece comigo.
Por muitos anos pensei que inspiração significasse uma pessoa, depois de algum tempo mudei de pensamento e achei que inspiração significasse a pessoa que está mais próxima a nós, e finalmente percebi que inspiração não dependia das pessoas, dependia de mim mesmo.
Então ao ver uma pessoa na rua me inspiraria uma poesia, e conhecer alguem me faria criar uma musica, e relembrar alguem me faria escrever um texto e deitar na cama me faria ter ideias brilhantes e criar uma musica com a poesia que criei e ainda escrever um livro com o texto que escrevi.
Fascinante, mas isso não quer dizer que eu não seja dependente das pessoas, obvio que eu sou, mas não estou para falar de mim, todos somos dependentes, eu, tu, ele, ela, aquele velho chato que você tem que aturar, aquele vizinho gordo infeliz que odeia todos, aquela amiga que se isolou do mundo e perdeu a sua felicidade em algum lugar, todos precisam de alguem, e assim nos tornamos dependentes.
Algumas pessoas devem achar que eu escrevo porque tenho algo pra falar, sinceramente, quase sempre não é assim. Geralmente apenas sinto vontade de escrever, não importa o que, não sei onde vou chegar nem como vai acabar meu texto. Gosto mesmo da incerteza, da surpresa, da expectativa.
Gosto de muitas coisas, e odeio tantas outras. O calor e a Carol. No inverno até gosto deles, mas é quase insuportável se quer ouvi-los no verão. Mas quem é a Carol? Isso com certeza não importa, e se importasse, talvez nem eu sei, talvez é um jogo de palavras, calor, carol, coral, colar.
Diferentemente deles, no inverno eu não gosto do frio, e poderia falar que os odeio, mas odiar é algo tão forte que mal consigo calculá-lo. Algumas pessoas dirão "mas ele já me disse que me odiava" é eu já disse algumas vezes, mas no passado falamos tantas coisas que o tempo acaba levando para o "esquecimento das palavras sem sentido algum no presente", claro que isso não significa arrependimento.
Enfim, acho uma viagem total quando uma pessoa diz que odeia outra, fantastico. Mais fantástico ainda as pessoas que amam em apenas duas semanas, tres. Claro que nada é impossivel, dizer que é impossivel seria imprudente, não sou Deus, não posso saber o que as pessoas sentem, mas que é improvável, com certeza é.
Inveja - a inveja é algo que não mata, aniquila. A inveja é engraçada pra mim, depois que aprendi a controlá-la. Aprendemos a controlar nossos sentimentos, instintos, reações e pensamentos ao longo do tempo. Somos uma maquina fantástica, imperfeita, que o tempo nos ajuda a perfeicionar. Sendo breve, inveja apodrece a alma.
Saudade - saudade não mata, aniquila. bla, bla, bla...O que falar da saudade? é saudade, ainda bem que podemos controlar as coisas ao longo do tempo...De algum jeito.
Medo - Medo não mata, aniquila, e para alguns fortalece. Medo é aquele botão que o ser humano não consegue desligar com facilidade. Ele nos faz parar, nos faz voltar atrás, nos faz deixar de pensar o que poderia ou deveria ser feito para mudar algo que está errado. Medo também é o botão que ao ser desligado, nos torna fortes, nos torna por algum momento ou segundo o rei do mundo, do universo, da galáxia, de tudo. Nos faz ser maiores do que somos e do que um dia provavelmente chegaremos a ser. Mas quantas pessoas conseguem desligar esse botão? E quantas pessoas tentam? Medo...
Vento no inverno - O vento no inverno não mata, aniquila. E vocês irão se perguntar qual é a diferença entre matar e aniquilar? As palavras parecem ter valores diferentes, e talvez sejam, não me prestei para procurar no dicionário. No meu dicionário particular (sim, todos temos um), aniquilar tem um valor um pouco diferente de matar, e o final nem é tão trágico (in)felizmente. Espero que não estejam esperando que explique meus pensamentos, não faço isso quase nunca, também não farei hoje.
Não gosto que me entendam, gosto apenas que tentem, gosto que entendam o que eu quero dizer com as minhas palavras, não quero que entendam as minhas palavras, por isso as vezes falo demais, quando na verdade tudo que eu queria dizer era "silêncio" ou "cale-se".
No inverno o vento não mata, aniquila. No inverno o vento não sopra, aniquila, as palavras mal ditas não matam, aniquilam. Porque no meu dicionário particular depois do "matam" não resta mais nada, já no "aniquilam"...
Obs: teclado está estragado + preguiça de arrumar acentos. O importante é que seja entendível.
terça-feira, 28 de junho de 2011
Deserto Freezer

Para quem não sabe, é o nome de uma música do Humberto Gessinger (Engenheiros do Hawaii), e talvez só ele possa responder o que significa um deserto freezer.
Utilizei este tema por dois motivos: 1) A incapacidade de criar um título atrativo e apelar para algo já pronto 2) Crítica as pessoas que só sabem falar as palavras dos outros
É, o segundo motivo é algo paradoxal que eu preciso opinar. Paradoxal pra mim, já que sou uma das pessoas que mais utiliza-se das frases do próprio Humberto para falar, mas ao mesmo tempo tento criar as minhas próprias bobagens, viagens, palavras com ou sem fundamento algum.
Diferente de outras pessoas, que não conseguem falar com suas próprias palavras quase nunca (ou quase sempre?) Enfim, acho legal saber as frases geniais que outros inventaram, mas acho mais legal ainda cada um criar as suas.
Claro que não estou aqui pra falar sobre isso. Vamos falar sobre frio. "Deserto freezer" entenderam? Espero que entendam, eu entendo...do meu jeito.
O frio chegou hoje em Santa Maria (ou ontem, ou antes), pra mim chegou hoje.
Enquanto caminhava pela rua e atravessava a ponte tentava me concentrar para pensar em algo bonito (afinal, estudos dizem que de fato o frio é psicológico né?). Pois é, tentei, mas não consegui pensar em nada bonito, aliás, não consegui pensar em nada.
O frio aqui é insuportável, ele congela o cérebro por momentos (se isso é possível), e o vento gelado bate com violência, como pequenos alfinetes fincando o rosto, e vai ficando pior...
Porque além do frio fazer nossa cabeça sofrer, ele nos faz sentir a perda do sentido.
Perdemos o sentido dos pés, das mãos e o frio se torna calor, esquenta, chega a queimar a pele.
Agora vou fazer outras críticas (sim, hoje estou crítico demais)
Em primeiro lugar vou criticar as pessoas que criticam as pessoas que reclamam do frio (entenderam?)
Por que? Porque não tem como não criticar do frio, não tem como não criticar de nada, somos humanos, seres imperfeitos e mais do que isso nunca satisfeitos, sempre queremos mais, ou o que não temos, ou algo diferente.
É obvio que no verão vamos reclamar do calor e no inverno do frio. É claro que vamos reclamar de muitas coisas...E faz todo o sentido ser assim. (não precisa fazê-lo o dia inteiro, uma vez é suficiente)
E é aí que entra a minha outra crítica, para as pessoas que criticam demais, acordam falando que está frio, saem na rua e falam que esta mais frio ainda, chegam em algum lugar falando que na sua casa não estava tão frio assim, saem pra rua e falam que na rua está insuportável, e ao chegar em casa reclamam do dia que tiveram ou do dia de amanhã...Mas tchê, aproveita tua casinha com o menor frio do dia.Pense agora, nesse instante, tem alguém lá fora morrendo de hipotermia nesta cidade, TEM.
O frio também traz duas vertentes: Os solteiros que se esquentam com bebidas e festas e os casais que se esquentam com o corpo humano do seu par. E qual é mais eficiente? E qual é mais prazeroso? O frio afeta as pessoas de maneiras diferentes. Legal né?
O bom do frio mesmo solteiro ou casado é que ele une as pessoas, as junta, por necessidade, por sobrevivência, e é este o maior motivo de estarem aparecendo tantos namoros ultimamente (talvez não, mas eu acho que seja).
Por outro lado, o frio deixa as pessoas mais pensativas, mais frias (literalmente) e mais isoladas. Um segundo em silêncio em uma esquina gelada é um século no deserto, deserto gelado, congelante, o inverno para as pessoas é o deserto gelado é uma esquina de uma rua qualquer...
Um deserto freezer.
domingo, 19 de junho de 2011
Vento Norte
E o vento norte apareceu hoje na cidade, deixando tudo mais triste.
Talvez não fosse, bastava escrever que não ou não escrever nada. Podemos ser paradoxais com o mundo, principalmente com nós mesmo. Não vou falar sobre o vento norte, vou falar sobre o paradoxo que nos rodeia.
Podemos muito bem inverter uma situação, um gosto e um pensamento, basta querer. Não nego a dificuldade que é mudar algo, toda mudança é complicada, por mais que alguém negue. É difícil pelo simples fato de ser uma mudança.
É tão mas tão frágil construir uma situação favorável ou desfavorável, basta um quase nada, um pensamento. Podemos acordar e olhar para o teto do quarto e pensar que nada faz sentido e que o mundo é um centro de falsidades sem sentido, uma caixa vazia onde ficamos por um tempo limitadíssimo, sem saber até quando nem porque. Após abre a janela e percebe que o céu está nublado, e o vento norte leva tudo embora, os sonhos, o amor, as pessoas, a idade, a saúde, o que fica é o fim da tarde que escurece e a única consolação é a luz da lua.
Claro que tudo pode ser diferente, basta apenas olhar para o teto ao acordar e pensar em tudo que conquistamos e teremos para conquistar, e daí se o tempo é curto? e daí se a perfeição não existe? estamos vivos, estamos sentindo, é o que importa. E daí se o vento norte apareceu? Não significa que precisamos ouvir o vento batendo nas janelas, não significa que não podemos construir castelos de areia na praia, ou significa, mas o que importa? Podemos empinar pipas.
Podemos, podemos mudar qualquer situação é tudo questão de saber o que queremos. Não é ilusão, é um contrato que fazemos com a nossa alma.
Você pode pensar em falar com uma pessoa no MSN, tudo depende de como ela dá "oi", tudo depende se ela diz "bom dia" ou não.
Você pode pensar em contar uma piada para uma pessoa desconhecida na fila do banco, apenas para passar o tempo.
Você pode pensar em ajudar um cara que perdeu a sua carteira e não tem dinheiro para o ônibus.
E a pessoa do MSN se torna sua namorada, e o cara do banco se torna seu melhor amigo, e o homem do ônibus vira seu chefe e futuramente seu sócio.
Pode e não pode, tudo depende de como começamos, da primeira frase, da primeira palavra, do primeiro gesto.
Claro que podemos mudar isso com o tempo, se tivermos a chance para mudá-lo, afinal, dias de vento norte são dias de reflexão, mas também de alegria.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Um livro e um violão
Bom pessoal,
Estou aqui para dizer que eu escrevi um livro, ainda não está 100% por causa da editação, mas logo será publicado.
Eu sei que abandonei o blog e sinto muito!
Vou tentar ser mais frequente.
Queria já há muito tempo mostrar a minha música para alguém (uma das que eu fiz), é a que eu mais gosto.
Aqui a letra:
Estive caminhando muito hoje
Pensei na vida e em tudo que me rodeia
Tudo me falta, até a hora de acordar
a gente vive em caixas de maledicência
A cidade não me atrai, ela distrai
Distúrbios alheios, felicidade emprestada
‘Amar ou depender’ as pessoas costumam ler
E eu só quero caminhar na beira da estrada
É tão difícil encontrar paz nos jornais
Nas revistas e no seu olhar
É tão difícil encontrar teu nome
No meu sorriso e no meu telefone
É tão mais fácil sair para algum lugar
E escrever sobre doença e fome
É tão mais fácil poder te abraçar
E amanha esquecer teu sobrenome
Estive pensando muito hoje
Caminhei sobre as pedras e nadei na praia
Tenho tudo que preciso, até chegar o vento norte
A dependência é o que nos mata
A arte da insurreição acontece o tempo inteiro
Seja no jogo, dinheiro ou amor
Talvez amanhã as pessoas entendam
O valor que tem o pôr-do-sol
É tão difícil encontrar paz nos jornais
Nas revistas e no seu olhar
É tão difícil encontrar teu nome
no meu sorriso e no meu telefone
É tão mais fácil sair para algum lugar
E escrever sobre doença e fome
É tão mais fácil poder te abraçar
E amanha esquecer teu sobrenome
Sair para algum lugar
Escrever sobre doença e fome
Poder te abraçar
E amanhã esquecer teu sobrenome
__________________________
Espero que gostem da letra.
Quem quiser a música pode baixar aqui
Paz e felicidade a todos!
Estou aqui para dizer que eu escrevi um livro, ainda não está 100% por causa da editação, mas logo será publicado.
Eu sei que abandonei o blog e sinto muito!
Vou tentar ser mais frequente.
Queria já há muito tempo mostrar a minha música para alguém (uma das que eu fiz), é a que eu mais gosto.
Aqui a letra:
Estive caminhando muito hoje
Pensei na vida e em tudo que me rodeia
Tudo me falta, até a hora de acordar
a gente vive em caixas de maledicência
A cidade não me atrai, ela distrai
Distúrbios alheios, felicidade emprestada
‘Amar ou depender’ as pessoas costumam ler
E eu só quero caminhar na beira da estrada
É tão difícil encontrar paz nos jornais
Nas revistas e no seu olhar
É tão difícil encontrar teu nome
No meu sorriso e no meu telefone
É tão mais fácil sair para algum lugar
E escrever sobre doença e fome
É tão mais fácil poder te abraçar
E amanha esquecer teu sobrenome
Estive pensando muito hoje
Caminhei sobre as pedras e nadei na praia
Tenho tudo que preciso, até chegar o vento norte
A dependência é o que nos mata
A arte da insurreição acontece o tempo inteiro
Seja no jogo, dinheiro ou amor
Talvez amanhã as pessoas entendam
O valor que tem o pôr-do-sol
É tão difícil encontrar paz nos jornais
Nas revistas e no seu olhar
É tão difícil encontrar teu nome
no meu sorriso e no meu telefone
É tão mais fácil sair para algum lugar
E escrever sobre doença e fome
É tão mais fácil poder te abraçar
E amanha esquecer teu sobrenome
Sair para algum lugar
Escrever sobre doença e fome
Poder te abraçar
E amanhã esquecer teu sobrenome
__________________________
Espero que gostem da letra.
Quem quiser a música pode baixar aqui
Paz e felicidade a todos!
Somos anjos!

Existem anjos, acredito fielmente nisso.
Mesmo para quem não acredite em Deus, deve ter se perguntado alguma vez se existem anjos.
Anjos são pessoas disfarçadas, ou anjos são seres invisíveis que ninguém vê e muitos sentem?
Quando penso na minha vida e em tudo que me rodeia (desculpem to com a minha música na cabeça) penso que existem anjos, e eu tenho um.
Meu anjo me salvou de um acidente de carro, que por pouco não foi fatal para as outras pessoas que estavam presentes no acidente, menos pra mim, saí ileso, como se eu estivesse em casa olhando um filme, fica apenas o susto do impacto.
Meu anjo não me deixou perder o braço em uma mordida de cachorro que por milímetros não pegou o tendão.
Meu anjo é um anjo especial, talvez poucos tenham esse tipo de anjo, é uma pena não conversar com ele e não poder retribuir as ajudas que ele me dá na vida. Mesmo ele sendo invisível e sem ter conhecimento algum dele, eu tento retribuir.
E é aí que aparecem o outro tipo de anjos. Somos todos anjos! Ou melhor, todos podemos ser anjos. Alguns dias atrás recebi um e-mail de uma pessoa dizendo que lia meu blog há 1 ano, e que meus textos lhe influenciavam, traziam paz pra ele.
Sempre pensei que o sentimento de ter ajudado alguém aquele senitmento fantástico era mútuo, mas com o tempo percebemos que não. Com o tempo percebemos que são poucas as pessoas que gostam de ajudar, ou se importam com isso. É mais fácil sair para algum lugar e escrever sobre os problemas, em vez de resolvê-los.
Caro Fabrício, sei que está lendo meu texto, e agradeço por ter lido meus textos, e em comprometimento, não largarei meu blog, mesmo tendo tantas coisas para fazer ou trabalhar...O tempo muda nossas prioridades.
Se puder faça um blog, melhor do que receber ajudar é doar ajuda. Um conselho às vezes vale mais que um século de livros e estudo.
As vezes as pessoas são anjos, já devem ter ouvido, e é verdade. Antes de cuidar quem é o seu anjo, antes de encontrar alguém para ser anjos, seja um anjo para todos, porque sempre há alguém procurando salvação, até mesmo os próprios anjos.
Em consideração as pessoas que se importam com o meu blog, continuarei postando e ajudando quem precisa, ou até colocando o sentimento das pessoas em palavras como no caso do Fabricio.
Ass,
Um anjo (para alguém)
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